domingo, 22 de outubro de 2017

George Saunders ganha prêmio Man Booker 2017 por 'Lincoln in the Bardo'


George Saunders 

ganha prêmio Man Booker 2017 

por 'Lincoln in the Bardo'

Escritor americano superou outros cinco finalistas com obra que mistura relatos 
de centenas de narradores para contar a morte do filho de Abraham Lincoln.


Por France Presse
18/10/2017 07h47 Atualizado 18/10/2017 07h47


O americano George Saunders venceu o Man Booker 2017, prêmio literário mais prestigiado na língua inglesa, por "Lincoln in the Bardo", um romance "profundamente original", anunciou o júri nesta terça-feira em Londres.

Saunders, um texano de 58 anos famoso por seus romances curtos e pelos artigos que escreve para revistas, superou outros cinco finalistas com a sua primeira história de formato clássico na qual se misturam relatos de centenas de narradores para contar a morte do filho de Abraham Lincoln, Willie, aos 11 anos.

"A forma e o estilo deste romance profundamente original dão lugar a um relato espiritual, inteligente, extremamente comovente", comentou Lola Young, presidente do júri.

Saunders, escritor cujas histórias curtas não foram traduzidas para muitos idiomas, é professor na Universidade de Siracusa, cidade do centro do estado de Nova York.

O prêmio Man Booker, criado em 1969, estava reservado aos escritores dos Estados da Commonwealth até 2014, quando ampliou a sua seleção para todos os escritores de países que falam inglês.





terça-feira, 17 de outubro de 2017

Pink Floyd / Mother




Pink Floyd
Mother

https://www.youtube.com/watch?v=L96LdM58ZDI

Mother Lyrics

[Verse 1: Roger Waters]
Mother, do you think they'll drop the bomb?
Mother, do you think they'll like this song?
Mother, do you think they'll try to break my balls?
Ooh ah
Mother, should I build the wall?
Mother, should I run for president?
Mother, should I trust the government?
Mother, will they put me in the firing line?
Ooh, ah, is it just a waste of time?

[Chorus: David Gilmour]
Hush now baby, baby, don't you cry
Mamma's gonna make all of your nightmares come true
Mamma's gonna put all of her fears into you
Mamma's gonna keep you right here, under her wing
She won't let you fly, but she might let you sing
Mamma's gonna keep baby cosy and warm
Oooh babe, Oooh babe, Oooh babe
Of course Mamma's gonna help build the wall

[Guitar Solo]

[Verse 2: Waters]
Mother, do you think she's good enough, for me?
Mother, do you think she's dangerous, to me?
Mother, will she tear your little boy apart?
Ooh ah
Mother, will she break my heart?


[Chorus 2: Gilmour]
Hush now baby, baby, don't you cry
Mamma's going to check out all your girlfriends for you
Mamma won't let anyone dirty get through
Mamma's gonna wait up until you get in
Mamma will always find out where you've been
Mamma's gonna keep baby healthy and clean
Oooh babe, Oooh babe, Oooh baby
You'll always be baby to me

[Outro: Waters]
Mother, did it need to be so high?



sábado, 14 de outubro de 2017

Pink Floyd / Time



Pink Floyd 
TIME



https://www.youtube.com/watch?v=9-dZYQ5EhpA

TIME
by Pink Floyd
[Instrumental Intro]

[Verse 1: David Gilmour & Richard Wright]
Ticking away the moments that make up a dull day
You fritter and waste the hours in an offhand way
Kicking around on a piece of ground in your home town
Waiting for someone or something to show you the way
Tired of lying in the sunshine staying home to watch the rain
You are young and life is long and there is time to kill today
And then one day you find ten years have got behind you
No one told you when to run, you missed the starting gun

[Verse 2: David Gilmour & Richard Wright]
And you run and you run to catch up with the sun but it's sinking
Racing around to come up behind you again
The sun is the same in a relative way but you're older
Shorter of breath and one day closer to death
Every year is getting shorter, never seem to find the time
Plans that either come to naught or half a page of scribbled lines
Hanging on in quiet desperation is the English way
The time is gone, the song is over
Thought I'd something more to say

["Breathe" reprise: David Gilmour]
Home, home again
I like to be here when I can
And when I come home cold and tired
Its good to warm my bones beside the fire
Far away across the field
The tolling of the iron bell
Calls the faithful to their knees
To hear the softly spoken magic spells



sexta-feira, 13 de outubro de 2017

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Quem ganhou o Nobel de Literatura no ano que você nasceu?



Quem ganhou o Nobel de Literatura no ano que você nasceu?

Se tem menos de 116 anos, descobrirá nesta lista quem ganhou o prêmio no ano em que você veio ao mundo



VERNE
6 OUT 2017 - 12:22 COT


Nesta quinta-feira, 5 de outubro, foi anunciado o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura 2017. As bolsas de apostas apontavam para a canadense Margaret Atwood e para o japonês Haruki Murakami, mas quem ficou com o prêmio foi o britânico, com ascendência nipônica, Kazuo Ishiguro. Desde a criação do prêmio, a Academia Sueca premiou 28 autores de língua inglesa, 14 da francesa, 13 do alemão e 11 do castelhano. O único representante da língua portuguesa é José Saramago.
Abaixo, fizemos uma lista desde 1901, ano em que a premiação começou. Assim, você pode saber sob qual influencia literária você cresceu. Para saber mais sobre os autores visite o site da premiação.
1901. Sully Prudhomme (França).
1902. Theodor Mommsen (Alemanha).
1903. Bjørnstjerne Bjørnson (Noruega).
1904. Frédéric Mistral (França) e José Echegaray (Espanha).
1905. Henryk Sienkiewicz (Polônia).
1906. Giosuè Carducci (Itália).
1907. Rudyard Kipling (Reino Unido).
1908. Rudolf Christoph Eucken (Alemanha).
1909. Selma Lagerlöf (Suécia).
1910. Paul von Heyse (Alemanha).
1911. Maurice Maeterlinck (Bélgica).
1912. Gerhart Hauptmann (Alemanha).
1913. Rabindranath Tagore (Índia).
1914. Não houve premiação.
1915. Romain Rolland (França)
1916. Verner von Heidenstam (Suécia).
1917. Karl Adolph Gjellerup (Dinamarca) e Henrik Pontoppidan (Dinamarca).
1918. Não houve premiação.
1919. Carl Spitteler (Suíça).
1920. Knut Hamsun (Noruega).
1921. Anatole France (França).
1922. Jacinto Benavente (Espanha).
1923. William Butler Yeats (Irlanda).
1924. Władysław Reymont (Polônia).
1925. George Bernard Shaw (Irlanda).
1926. Grazia Deledda (Itália)
1927. Henri Bergson (França).
1928. Sigrid Undset (Noruega).
1929. Thomas Mann (Alemanha).
1930. Sinclair Lewis (Estados Unidos).
1931. Erik Axel Karlfeldt (Suécia).
1932. John Galsworthy (Reino Unido)
1933. Ivan Bunin (nascido na Rússia, residente na França).
1934. Luigi Pirandello (Itália).
1935. Não houve premiação.
1936. Eugene Ou'Neill (Estados Unidos).
1937. Roger Martin du Gard (França).
1938. Pearl Séc. Buck (Estados Unidos)
1939. Frans Eemil Sillanpää (Finlândia).
1940. Não houve premiação.
1941. Não houve premiação.
1942. Não houve premiação.
1943. Não houve premiação.
1944. Johannes Vilhelm Jensen (Dinamarca).
1945. Gabriela Mistral (Chile).
1946. Hermann Hesse (nascido na Alemanha, residente na Suíça).
1947. André Gide (França).
1948. T. S. Eliot (nascido nos Estados Unidos, residente no Reino Unido).
1949. William Faulkner (Estados Unidos).
1950. Bertrand Russell (Reino Unido).
1951. Pär Lagerkvist (Suécia).
1952. François Mauriac (França).
1953. Winston Churchill (Reino Unido).
1954. Ernest Hemingway (Estados Unidos).
1955. Halldór Kiljan Laxness (Islândia).
1956. Juan Ramón Jiménez (Espanha).
1957. Albert Camus (França).
1958. Boris Leonidovich Pasternak (União Soviética).
1959. Salvatore Quasimodo (Itália).
1960. Saint-John Perse (França).
1961. Ivo Andrić (Nascido na Áustria, residente na Iugoslávia).
1962. John Steinbeck (Estados Unidos).
1963. Giorgos Seferis (Grécia).
1964. Jean-Paul Sartre (França).
1965. Mikhail Sholokhov (União Soviética).
1966. Shmuel Yosef Agnon (nascido na Áustria e residente em Israel) e Nelly Sachs (nascida na Alemanha e residente na Suécia).
1967. Miguel Ángel Astúrias (Guatemala).
1968. Yasunari Kawabata (Japão).
1969. Samuel Beckett (Irlanda).
1970. Aleksandr Isayevich Solzhenitsyn (União Soviética).
1971. Pablo Neruda (Chile).
1972. Heinrich Böll (Alemanha).
1973. Patrick White (nascido no Reino Unido, residente na Austrália).
1974. Eyvind Johnson (Suécia) e Harry Martinson (Suécia).
1975. Eugenio Montale (Itália).
1976. Saul Bellow (Nascido no Canadá, residente nos Estados Unidos).
1977. Vicente Aleixandre (Espanha).
1978. Isaac Bashevis Singer (nascido na Rússia, residente nos Estados Unidos).
1979. Odysseas Elytis (Grécia).
1980. Czesław Meułosz (nascido na Polônia, residente nos Estados Unidos).
1981. Elias Canetti (Bulgária).
1982. Gabriel García Márquez (Colômbia).
1983. William Golding (Reino Unido).
1984. Jaroslav Seifert (nascido na Áustria, residente na Checoslováquia).
1985. Claude Simon (França).
1986. Wole Soyinka (Nigéria).
1987. Joseph Brodsky (nascido na União Soviética, residente nos Estados Unidos).
1988. Naguib Mahfouz (Egito).
1989. Camilo José Zela (Espanha).
1990. Octavio Paz (México).
1991. Nadine Gordimer (África do Sul).
1992. Derek Walcott (Santa Luzia).
1993. Toni Morrison (Estados Unidos).
1994. Kenzaburō Ōe (Japão).
1995. Seamus Heaney (Irlanda).
1996. Wisława Szymborska (Polônia).
1997. Dario Fo (Itália).
1998. José Saramago (Portugal).
1999. Günter Grass (Alemanha).
2000. Gao Xingjian (nascido na China, residente na França).
2001. V. Séc. Naipaul (nascido em Trinidad e Tobago, residente no Reino Unido).
2002. Imre Kertész (Hungria).
2003. J. M. Coetzee (África do Sul).
2004. Elfriede Jelinek (Áustria).
2005. Harold Pinter (Reino Unido).
2006. Orhan Pamuk (Turquia).
2007. Doris Lessing (Reino Unido).
2008. Jean-Marie Gustave Lhe Clézio (França).
2009. Herta Müller (Alemanha).
2010. Mario Vargas Llosa (Peru).
2011. Tomadas Tranströmer (Suécia).
2012. Mo Yan (China).
2013. Alice Munro (Canadá).
2014. Patrick Modiano (França).
2015. Svetlana Aleixievich (Bielorrússia).
2016. Bob Dylan (Estados Unidos).
2017. Kazuo Ishiguro (Reino Unido).



domingo, 8 de outubro de 2017

Kazuo Ishiguro / Vargas Llosa / Uma crítica de grande delicadeza

Kazuo Ishiguro
Poster de T.A.


PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA
Kazuo Ishiguro

Uma crítica de grande delicadeza

Mario Vargas Llosa, Nobel de Literatura em 2010, comenta a premiação a Kazuo Ishiguro em 2017



MARIO VARGAS LLOSA
5 OUT 2017 - 12:09 COT

Kazuo Ishiguro é um escritor magnífico, de clara raiz japonesa, ainda que perfeitamente integrado tanto na literatura inglesa como na sociedade britânica. Um exemplo perfeito dessa integração é Os Vestígios do Dia, romance no qual, com grande delicadeza, aborda os rituais da aristocracia britânica, vista com enorme sutileza e espírito crítico por um mordomo dotado de grande perspicácia. É uma delícia de novela, que introduz o leitor nesse mundo inglês com grande destreza narrativa.
É, sem dúvida, um prêmio melhor do que o dado no ano passado a Bob Dylan e valoriza um romancista de primeira linha na tarefa de renovação da literatura em língua inglesa, e sobretudo a britânica, abordada por excelentes narradores destas últimas décadas aos quais ele pertence em primeira linha.
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